Recordista no tênis de mesa, Bruna Alexandre coleciona mais um Prêmio Paralímpico

Recordista no tênis de mesa, Bruna Alexandre coleciona mais um Prêmio Paralímpico

Com duas medalhas em Tóquio, campeã brasileira do Absoluto A foi escolhida como a melhor mesa-tenista da temporada pela quarta vez na história

Por Nelson Ayres Fato&Ação / CBTM
11 de fevereiro de 2022 / Curitiba (PR)

Um momento iluminado. Em alta novamente, Bruna Alexandre tem mais uma conquista para comemorar. Na noite de terça-feira (8) ela foi premiada como a melhor mesa-tenista da temporada 2021 no Prêmio Paralímpicos. A entrega da premiação foi transmitida através dos canais de mídias sociais do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Nada mais natural para a criciumense, que se tornou o grande ícone do tênis de mesa paralímpico brasileiro. Em Tóquio, ela colecionou mais duas medalhas paralímpicas para a sua já extensa galeria – já tinha duas conquistadas em 2016, nos Jogos do Rio. Mais do que isso, se tornou a primeira mulher brasileira a ser finalista de uma Paralimpíada no tênis de mesa.

Bruna também brilhou entre os olímpicos. Em dezembro do ano passado, em Joinville (SC), a atleta venceu o Campeonato Brasileiro no Absoluto A. Prestes a completar 27 anos, ela ainda busca o inédito ouro em Jogos Paralímpicos e deve brigar pelo título do Mundial Individual, que acontece em Granada, na Espanha, de 6 a 12 de novembro.

“Para mim, representa uma grande história que estou conseguindo fazer, não só no paralímpico, mas no olímpico também. As coisas que superei durante a carreira vejo hoje que foram recompensadas. Para mim é mais um grande motivo para perceber que vale a pena passar pelas dificuldades. Todos passam por momentos difíceis, mas no final o esforço é recompensado”, disse Bruna.

A atleta é recordista absoluta de conquistas do Prêmio Paralímpicos no tênis de mesa. Anteriormente, ela venceu em 2012, 2013 e 2014. Cátia Oliveira vem a seguir, com dois troféus (2015 e 2018). Os outros vencedores foram Carlo Michell, o Carluxo (2011), Israel Stroh (2016), Danielle Rauen (2017) e Paulo Salmin (2019).

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